segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Misturei gente atirada com gays e trakinas pentelhudas.

  A grande parte a minha simpatia vem da minha tolerância,  mas uma coisa que eu não tolero é gente me chamando enquanto eu estou escrevendo! Mesmo assim estou sendo simpático.. Começando..
  Outra coisa que acho definitivamente mais insuportável que propaganda de prisão de ventre no almoço é gente que se atira. Não vou generalizar porque sou linda, gente linda não generaliza - nada haver caralho - mas tem alguns que se atiram em todo mundo. Isso se chama desespero, e não é disso que estou falando. Eu digo por exemplo quando tem aquele professor de alguma coisa - menos de escola pois seria deselegante - vai, professor de qualquer coisa que logo terá seus alunos e alunas. Sempre terá um afim que se encontrará interessado no mestre. Quando digo interessando, não estou dizendo que é sinônimo de problema ou de ser atirada. Ser atirada entra quando a pessoa apresenta os referentes sintomas: Grande apresentação de simpatia; fluxo alto e longo de risadas em momentos aleatórios -tipo, sempre; sorriso no rosto em todo momento que o professor estiver presente; cara de Fernanda Montenegro na presença de supostas concorrentes; pré disposição pra qualquer tipo de atividade que de alguma forma vai deixá-la mais próxima do perseguido, dentre qualquer coisa que envolva risos, jogadas de cabelo e charmes infames.
  Enfim, detesto.
Detesto mais ainda quando essa pessoa olha PRA MIM com cara de Fernanda Montenegro, versão chapinha e balaiagem mal-sucedida. Mas nessas horas devemos usar nossa cara de pau porque de vagina está em falta e ser bem malas e cheios de dúvidas quando 'ela' estiver conseguindo um pouco de atenção (isso quando no caso for um professor) ou ainda ser ousado e mostrar total falta de graça que sentiu ao ouvir a piadinha que ela soltou pra ganhar atenção de volta. Aí você vai lá e solta uma piada muito melhor. E OUTRA PIADA AINDA ZUANDO A MEDIOCRIDADE DA FALTA DE CRIATIVIDADE PRA FAZER UMA PIADA TÃO INVÁLIDA.
 Caralho, chega. 
Vamos falar de mim, sou eu que importa nesse blog todo! A menina nem é loira pra começar só tenta, a lourisse é minha!
Por falar em detestar brevemente pra não alongar muito o texto eu ABOMINO DA MINHA VIDA gayzinhos que respondem "eu namoro" quando perguntamos só pra ter certeza se são gays. O pior não é falarem que namoram, mas sim falar que namoram a amiga sapatão novata deles. E o pior ainda é ela olhar com aquela cara de trakinas pentelhuda e agarrar o moleque. Eu juro que não foi nem pra mim que perguntei, sim pro meu amigo. Esse tipo de coisa me deixa chatiadíssima. Mais chatiadíssima fico quando não tenho como acabar o texto. Mas isso é rotina, tchau.

Gabriel Adonai


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